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O TORPEDEAMENTO DO LUGRE "GAMO"

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Aos 22 dias do mês de Agosto do ano de generic cialis from mexico 1918, pelas 14 horas, encontrava-se o lugre português “Gamo” ancorado nos Bancos da Terra Nova, nos baixos do Eastern Shrals, entre os leijos Sunder e Nain Fathms, sendo o seu capitão João Fernandes Mano ( O Agualusa) e seu piloto João Maria da Madalena e mais trinta  e sete pessoas de equipagem.

Este navio achava-se estanque de quilha à borda, carregado, com cerca de seis mil quintais de bacalhau salgado, equipado e munido com todos os necessários para poder empreender a sua viagem dos bancos da Terra Nova para Lisboa .

Pelas 15 horas do mesmo dia, como já não tivéssemos mais sal para salgar bacalhau e estando o navio bastante carregado, mandou o capitão suspender a ancora, mas em virtude de se encontrar a mesma enlocada, não foi possível suspende-la .

Então o capitão mandou içar todas as velas para assim forçar a amarra  e ver se arrancava a ancora,… assim  trabalhando-se até as 22 horas com diversas manobras sem resultado algum.

No dia seguinte (23), pelas 9 horas da manhã, vendo o capitão que não era possível arrancar a ancora, mandou novamente içar todas as velas e cortar a amarra.

O vento era SSW brando e o navio aproou ao SE e fez-se ao largo dos baixos, navegando depois com rumo a Lisboa.

Assim viemos navegando com ventos do S e SSW, mais ou menos bonançosos, com toda a tripulação muito satisfeita pela boa pesca obtida em tão curto espaço de tempo e pelas boas condições de mar e tempo bom, até ao dia 31 de Agosto. Foi  na latitude 46.02 N e Longitude 32.32W de Greenwich, pelas 16 horas com vento fraco do S e mar plano, que se avistou pelo lado de buy diflucan online bombordo e ao NE uma embarcação com velas içadas, mas sem jeito de navio de vela, porque tinhas as velas sem regra e mal colocadas.

Navio à vista gritou o homem do leme e ao mesmo tempo todos os homens que estavam “de quarto em cima”.

Com um “mau pressentimento” ainda pude ver o Capitão apontar o binóculo para verificar a qualidade da embarcação, mas a explosão de um tiro que no mesmo momento passava entre o mastro da mezena e o mastro grande, rente à borda do navio, indo cair do lado de estibordo a cerca de 100 metros, causou o pânico entre a tripulação arriando-se de imediato as velas a granel, em sinal de rendição pois… tratava-se de um submarino alemão.

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Então o submarino aproximou-se do navio sempre precavido e vigilante, arriou um bote e pouco tempo depois entravam a bordo do Gamo cinco homens, entre eles um oficial e um sinaleiro.

O oficial alemão, assim que entrou a bordo intimou o Capitão a deixar o navio no prazo de dez minutos, respondendo-lhe este que era absolutamente impossível abandonar o seu navio em tão curto espaço de tempo, porque estava muito longe de terra e necessitava de buy online kamagra encher alguns barris de água e isso levava tempo a fazer-se.

…nesta altura já estavam ao largo do navio dez doris com trinta homens entre eles o cozinheiro e ajudante srs. Paulo Fradoca e Francisco de Oliveira Frade, ficando a bordo três doris e 9 homens, sendo eles  o Capitão, o piloto, dois marinheiros e cinco pescadores para efeito de fornecimento de mantimentos e aguardar ordens do dito submarino.

...corremos para o “rancho”, meios precipitados com alguns barris para encher de água, mas por azar a bomba não tirava água, porque tinha findado um dos cascos onde o chupador estava, e o cozinheiro e o ajudante já estavam ao largo, para que nos pudessem indicar novo casco de água.

O tempo passava velozmente entre empurrões e maus tratos dos alemães ( que gozavam com a situação), sem que conseguisse-mos encontrar um casco cheio; empresa tanto mais difícil para além da atrapalhação , por haver muitos cascos já vazios e outros cheios de cheapest place to buy viagra online óleo de fígado de bacalhau.

Num último esforço o pescador “Barafusta” desce mais uma vez ao paiol e depois de colocar o chupador num casco cheio de óleo de fígado, consegue finalmente acertar num casco de água.

Entretanto os alemães já tinham as bombas colocadas e dedicavam-se a estender os rastilhos. Conseguimos apenas encher dois barris de 50 litros cada, enquanto que o capitão preparava outros objectos necessários para a forçada viagem que iríamos empreender: bússulas,remos,algodão de calafetar, mastros,velas,rodos, conservas e mais apetrechos que naqueles rápidos momentos nos pareciam os mais importantes.

Ás  18 horas estavam os 13 doris na água , com 3 homens dentro de cada um, todos próximos do submarino ficando o do capitão amarrado a este  enquanto lhe apresentava todos os documentos referentes ao nosso navio.

Enquanto um oficial fotografava todo este cenário o comandante do submarino fazia uma série de perguntas ao n/ Capitão terminando com esta: E agora para onde vais Capitão ?

A resposta traduziu o estado de espírito vivido naquele momento : Eu… vou para o fundo do mar … pois para onde é que eu hei-de ir !?

Rindo-se o comandante alemão disse cinicamente:  Claro e ides ter uma boa cama macia !

Neste momento foi avistado fumo proveniente de um navio a vapor que se aproximava. Gerou-se alguma agitação a bordo do submarino de onde foram feitos sinais através das bandeiras para os restantes alemães que entretanto depois dos rastilhos colocados se entretinham a saquear o que podiam.

Dado este sinal de alarme puseram imediatamente fogo aos rastilhos e passados uns minutos ouviu-se um grande estrondo começando de imediato o Gamo a arriar lentamente para o fundo do mar, até que desapareceu por completo.

Havia lágrimas nos olhos de quase todos os homens… afinal assistiam impotentes à destruição da “sua casa” do “seu ganha pão”.

Entretanto o vapor que se aproximava ouvindo o bombardeamento e o afundamento do navio calculou estar na frente de um submarino alemão , temendo pelo perigo que corria mudou rapidamente de rumo.

Estávamos sós naquela imensidão de mar! Navegamos para Sul a remos, com calma e mar chão … ainda não tínhamos navegado quatro milhas quando veio à superfície o mesmo submarino que passando pelo meio dos botes com toda a sua tripulação sentada no convés conversavam e riam atirando piadas.

Caiu a noite e o céu foi-se cobrindo com grossas nuvens, chovendo torrencialmente… no entanto o vento conservou-se bonançoso do Sul até ao dia seguinte (1 de Setembro) ás oito da manhã quando começou uma forte trovoada, rodando o vento para Noroeste com a violência de um tufão levantando vagas alterosa que rebentavam como se fossem de encontro á praia ou a baixios.

Não conseguíamos navegar e o Capitão mandou por os dories da capa e para se segurarem melhor foram amarradas velas, baldes, remos e outros apetrechos a um rodo(corda) e arriando-se cerca de noventa braças pela proa, servia assim de âncora flutuante. Em cada dorie um marinheiro segurava dois remos nos braços e remava avante.

Assim nos fomos aguentando até ás 17 horas altura em que um “ forte escarcéu “ de mar rebentou sobre os dories  levantando-os no ar e virando quatro deles.

Enquanto tentávamos esgotar a água que tinha invadido os restantes dories  havia 12 homens no mar que desesperadamente se tentavam agarrar ás nossas mãos, aos remos , a tudo recorremos para os içar para bordo. Só nove tiveram essa sorte! Perdemos nessas vagas três companheiros, quatro dories, a maior parte da água e muitos mantimentos..

Mas entretanto o vento aumentava e as vagas alterosas pareciam querer engolir-nos de uma vez. O trabalho era constante pois as vagas “ razavam de água  os dories” ,que nós todos tentávamos retirar a balde o mais rápido possível.

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Pelas 02 horas da manhã ( 2 de Setembro) avistamos os faróis de uma embarcação, que se dirigia para nós.

Fizemos sinais luminosos, pedindo socorro, utilizando para esse fim camisolas que alguns dos homens ( os que as tivessem secas) despiram do corpo e um novelo de algodão de calafetar ao qual largaram fogo.

A má sina estava connosco, a dita embarcação apagou todos os faróis e desapareceu ficando nós novamente sozinhos lutando contra a tempestade que não havia maneira de amainar.( estou convencido que este “barco” seria mais uma vez o submarino alemão).

Pouco tempo depois voltou a aparecer o navio com todos os seus faróis ligados.Neste momento todos os tripulantes desejavam correr sobre o navio mas como o mar era muito grosso e a tempestade continuava violente, as ordens eram para se manterem de capa. No entanto num dos doris os tripulantes desesperados resolveram alar os apetrechos que serviam de âncora flutuante e o resultado foi o dori voltar-se e morrerem dois dos seus tripulantes.

Tornava-se necessário caminhar para encontrar navegação, ou ir até terra, por tais razões resolvemos principiar a navegar correndo com a vaga do mar e fazendo governar os doris com dois remos servindo de leme, um a estibordo e outro a bombordo. Assim corremos entre a vida e a morte setenta milhas para SE.

Com a chegada do amanhecer o temporal foi amainando e pela tarde o tempo vira bom e nós seguimos á vela.

O3 de Setembro :havia menos vaga… corremos com as gibas içadas , mas ás 23 horas uma vaga enorme fez um doris entrar dentro do outro, que afundou rapidamente e a muito custo conseguimos salvar os seus 5 tripulantes, que tinham sido atirados contra o dori do Capitão,ao qual se agarraram desesperadamente e graças ás instruções calmas do capitão, assim se mantiveram  até que fossem distribuídos  um  para cada dori,o que foi bom porque nesta em barcação já vinham cinco homens desde o dia 1 de Setembro…não há água e o comer fica reduzido a uma lata de sardinha para 5 homens/dia.

04 de Setembro : navegamos já com as velas rizadas… não navegamos de noite.

O5 de Setembro :continuamos a navegar com as velas soltas e pelas 10 horas da manhã, surge com rumo a nós um grande vapor cuja nacionalidade e nome não conseguimos reconhecer totalmente ( talvez Norueguês ) reinava grande alegria entre todos  pois íamos ser salvos acabando finalmente esta tormenta.

Ai de nós. Mais uma vez quando estava próximo desfez o rumo deixando-nos mais uma vez abandonados. ( Julgo que a explicação da atitude do referido vapor estaria nas ciladas que ultimamente os submarinos usavam com recurso a falsos náufragos que eram utilizados como iscas para mais facilmente apanharem as suas presas que num gesto humanitário iam em socorro dos náufragos.)

 O desalento era total e foi preciso uma reacção forte do Capitão para animar o pessoal ( mentindo) dizendo que se todos tivessem coragem e vontade no outro avistaríamos terra.

06 de Setembro : Rói-se chumbo para matar a sede, há quem desvairadamente utilize a própria urina, a água do mar com resultados terríveis para o estômago e intestinos.

 Ninguém se lembrava da falta de alimento pois a sede devorava-nos e só pensávamos em água, continuando a desfazer com os dentes pedaços de chumbo que ficavam moídos como a farinha.

Ao anoitecer deste dia avistamos um navio de vela (iate Canadiano )o que provocou  grande ansiedade nos homens que remaram em desespero em direcção ao navio. Mas entretanto caiu a noite e o dito navio desapareceu como que por encanto.

07 de Setembro : depois de uma noite terrível com muito custo, pelas 14 horas conseguimos reunir novamente os doris… mas só sete… o oitavo não apareceu.

Tínhamos perdido 20 horas de viagem, estávamos sem água, sem mantimentos…era o desanimo total…

Os marinheiros semi-mortos e com o desgosto do iate não ter parado, já não queriam continuar na luta e preferiam deixar-se morrer mesmo ali.

Desta vez foi preciso tomar a decisão de seguir em frente, ( e novamente mentir com mais convicção ainda) amigos é uma cobardia deixar-mos de lutar para nos salvar pelo facto do iate não nos recolher. Estamos apenas a 35 milhas da ilha do Faial, o vento NNE , o mar está plano…se navegarmos como navegámos nos dias passados, amanhã estaremos salvos…continuava a mentira a surtir efeito, desta vez no entanto pediram todos a confirmação ao piloto, se de facto era verdade estarem tão perto da ilha, ao que este respondeu : pelo meu calculo estamos a menos de 30 milhas afastados do Faial.

Segundo os cálculos verdadeiros esta distância devia ser cerca de 85 milhas… no dia seguinte o que diríamos?!

08 de Setembro : o tempo ajudava a mentira, a névoa era muita,,, não se via a linha do  horizonte a duas milhas e perante a ansiedade dos marinheiros a resposta era que com o tempo assim nevoado só se avistará a ilha quando estivermos muito próximos da praia… vamos continuar a remar ajudando a vela e lá chegaremos.

09 de Setembro :pelas 5 horas da manhã clareou o horizonte ao SE e com grande alegria avistamos as ilhas Graciosa,Faial e Pico, tão claras que pareciam estar pintadas num quadro.

 

Terra à vista, estamos salvos, gritávamos todos ao mesmo tempo.E no meio desta alegria o dori do Capitão foi rodeado por todos que lhe agradeceram ( embora estivessem já desconfiados) a mentira pois sem esse estímulo estariam todos mortos.

Mas ainda não estávamos em terra … era preciso remar, pois o vento tinha acalmado e o sol era abrasador provocando ainda mais sede… se é que ainda era possível.

Ás 14 horas foi caçada pelo Capitão uma grande tartaruga… um dos marinheiros degolou-a e aproveitando o sangue em cima da copa de um chapéu oleado tentou matar a sede  bebendo de imediato … instantaneamente o marinheiro caiu no dori com um ataque e foi necessário amarrá-lo aos bancos e deitar-lhe água do mar pela cabeça até que por fim sossegou. O dia continuava muito quente , o mar chão, não fazia ponta de vento… a terra estava ali mas já não tínhamos forças para remar… só ás 21 horas o capitão conseguiu dobrar a ponta dos Capelinhos com mais três dories.Entretanto caiu a noite e não era possível encontrar um lugar onde desembarcar . Às 23 horas avistamos uma luz de um barco ancorado, seguimos em sua direcção e verificamos que apenas tinha um tripulante pescador… pedimos água … o homem tinha apenas uma pequena cabaça com água que um dos nossos bebeu de um trago. Então o pescador ( Manuel Bento filho do guarda reformado Bento Pacheco )suspendeu a âncora e disse : sigam-me que a minha casa está perto e tem próximo um portozinho onde podemos encalhar os botes e depois lhes darei quanta água quiserem. Assim foi seguimos o pescador e às 24 horas desembarcava-mos no porto junto à casinha do pescador  e éramos retirados dos doris, em braços, pela família do pescador e entravamos em sua casa… ali encontrámos um quintalzinho com um poço cheio de água, onde bebemos finalmente. Comida não havia, pois o dono da casa era um pobre sapateiro que para poder sustentar a sua família, também precisava de ir à pesca.

10 de Setembro : Á 1 hora da manhã o Capitão amparado pelo homem, seguiu pela estrada do Porto Pasteleiro, próximo da cidade da Horta onde vivia o Patrão – Mor, a quem acordaram para participar o ocorrido e pedir providências para o salvamento de 15 tripulantes que se achavam ainda muito afastados de terra e não tinham forças para remar .Imediatamente     se levantou o Patrão – Mor guarda – marinha Pires que abraçou o capitão e disse : vamos lá preparar a lancha “Elite” e sair da doca para rebocar os doris.

Assim foi quando eram 2 horas de manhã saiam a bordo da lancha motor “ Elite” o Patrão- Mor e o Capitão e seguiam para a ponta dos Capelinhos à procura dos náufragos.

As 3 horas encontráramos um dori que já vinha rebocado por um barco de pesca. O Patrão Mor, mandou atracar a lancha e deu-lhes água e pão. Continuámos a seguir para W e rodeamos a ilha. Ás 5 horas encontrámos outro dori, também a reboque de outro barco de pesca… demos-lhes também água e pão e continuámos a navegar á volta da ilha.

Perto das 13 horas como não tivéssemos encontrado o terceiro dori e tendo cruzado o mar em todas as direcções o Patrão-Môr disse : Capitão, aqui já não fazemos nada, vamos voltar para a doca..

Ás 14 horas navegando muito próximo de terra e no porto de Castelo Branco, havia um homem a fazer sinais com o chapéu, tendo o Sr,. Pires mandado que a lancha se aproximasse o máximo de terra … então ouvimos o homem dizer que os náufragos que faltavam já estavam em terra. O dori do piloto arribou na costa do Norte, na praia de Almoxarife, já para lá foi um carro para os trazer.

 

...O meu bote  parar à praia de Almoxarife da mesma ilha pelas 5 horas da manhã.. Saltando para terra com as poucas forças que nos restavam , ficámos caídos na praia até que fomos socorridos por duas senhoras que viriam para tomar banho  e que a principio fugiram julgando-nos alemães. Estas senhoras juntamente com gente do campo deram-nos água e pão, mas a nossa sofreguidão pela água era tal ( agarrados ao balde da água)  que valeu a intervenção de um sujeito já com alguma idade e de barbas brancas (tipo lavrador abastado ) que evitou o pior fazendo ele próprio a distribuição da água e obrigando-nos a beber  ás colheradas.

Mais tarde esta água foi substituída por leite que toda a aldeia pôs à nossa disposição no posto da guarda fiscal onde estivemos até ao meio-dia sendo depois conduzidos para a cidade onde ficamos hospedados no Hotel Faial ...

  

Mais satisfeitos pela boa notícia continuámos a navegar para a doca onde chegámos cerca das 15 horas. No cais éramos esperados pelos Srs Eduardo Balcão gerente da casa Bem Saúde & Cª, Sr. Manuel da Câmara Velho Melo Cabral governador civil da Horta, Dr. Neves director do Hospital da Horta.

O Capitão  ao ser assim recebido, caiam-lhe as lágrimas pelo rosto, sendo abraçado pelo Governador Civil que lhe disse: não chore porque um homem que acaba de fazer o você fez merece ter o peito coberto de medalhas.

Para grande alegria nossa foi encontrado o oitavo dori, pela lancha baleeira Amaral, a cerca de 25 milhas a NW do Faial, tendo sido rebocado e salvado os seus tripulantes.

 

Dos 39 tripulantes do Gamo, salvaram-se 34, em oito doris de 13 pés de comprido por 5 de largo, nos quais navegaram 470 milhas à vela, a remos e a correr com as vagas.

 

Relato do torpedeamento do lugre “Gamo”, escrito a bordo do lugre Sílvia aos 4 dias do mês de Julho de 1924 pelo capitão João Fernandes Mano Agualuza e piloto João Maria da Madalena.

 
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